domingo, 21 de fevereiro de 2010

AVATAR E A VINDOURA RELIGIÃO ÚNICA

Você que crê em Jesus Cristo e na Sua Palavra que não falha, assistiu o filme Avatar? Pois é, eu fui assistí-lo com minha esposa e confesso que ficamos incomodados em nosso espírito. Realmente não há mescla entre luz e trevas! Uma imagem que me ficou gravada é a grande árvore do filme (árvore da vida - do bem e do mal) que mais tarde é derrubada.

Encontrei o comentário do pastor Joe Schimmel(1) acerca do filme Avatar e entendi espiritualmente que seria muito bom colocar aqui para alertar os(as) verdadeiros(as) servos(as) do Senhor Jesus, nesses últimos dias. Ele segue abaixo:

"Avatar é um termo da religião hindu e significa uma manifestação corporal de um ser imortal. Deriva do sânscrito, antigo dialeto hindu, Avatara que significa “descida”, normalmente denotando uma encarnação de Vishnu, deus hindu, (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade. Por extensão, muitos não-hindus usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.
O filme Avatar, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.
Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.
Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/james-cameron-1.jpg James Cameron diretor de Avatar

O que poucos conhecem é o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado “The Lost Tomb of Jesus” [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos [filosofia de fé em ascensão nos dias de hoje]

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Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra[Gaya]; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/al-gore.jpg Al Gore o crente-guru da nova era

Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós. [Al Gore um evangélico batista diz]:
“Essa perspectiva religiosa pan(Pan: palavra de origem grega que significa “tudo, todas as coisas) poderá mostrar-se especialmente importante no que se refere à nossa responsabilidade pela terra como civilização global. (…) As religiões dos nativos americanos, por exemplo, oferecem um rico conjunto de idéias sobre nosso relacionamento com a terra. (…) Todas as coisas estão interligadas como o sangue que nos une a todos”. (Fonte: Al Gore, Earth in the Balance – Ecology and the Human Spirit [A Terra em Equilíbrio – A Ecologia e o Espírito Humano], 1992, p. 258-259).

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/earth_balance.jpg

Buscando uma síntese da Nova Era que combine várias tradições do ocultismo, Gore cita e favorece o ensinamento hinduísta, dizendo: “A Terra é nossa mãe, e nós todos somos seus filhos”.( Ibid. pag. 161). Incrivelmente, mais adiante Gore afirma que deveríamos buscar novas revelações a partir dessa adoração da deusa do passado e culpa o cristianismo pela quase total eliminação da mesma:
“O sentido espiritual de nosso lugar na natureza… pode ser traçado de volta às origens da civilização humana. Um crescente número de antropólogos e de arqueomitólogos… argumenta que a ideologia da crença prevalecente na Europa pré-histórica e em grande parte do mundo estava baseada na adoração de uma única deusa da terra, que se supunha ser a fonte de toda a vida e irradiadora de harmonia em meio a todas as coisas viventes. (…) O último vestígio de culto organizado à deusa foi eliminado pelo cristianismo. (…) Parece óbvio que um melhor entendimento de uma herança religiosa que precede a nossa própria por tantos milhares de anos poderia nos oferecer novas revelações”.(Ibid. pag. 260).
Não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à terra sob a máscara de sua imaginária deusa-mãe terra; É também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore [ex-vice-presidente dos EUA].
Gore prossegue declarando que precisamos encontrar uma nova religião baseada na natureza e cita Teilhard de Chardin, o teólogo da Nova Era, em apoio à “nova fé” do futuro:
“Esse ponto foi sustentado pelo teólogo católico Teilhard de Chardin, quando ele disse: “O destino da humanidade, assim como o da religião, depende do surgimento de uma nova fé no futuro”. Munidos de tal fé, poderemos achar possível ressantificar a terra”.(Ibid. pag. 263).
Com os diretores de vanguarda de Hollywood e as figuras políticas de Washington na liderança, os EUA [e o Ocidente] estão rapidamente voltando ao paganismo que envolveu o mundo em trevas espirituais durante milênios. Que Deus nos ajude a prestar mais atenção à admoestação do apóstolo Paulo, encontrada nas Sagradas Escrituras. Ele nos ensinou que a adoração à natureza nos tempos da Antigüidade era resultado do afastamento da adoração ao único e verdadeiro Deus que, para começar, foi quem criou a natureza:
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém” (Rm 1.21-25)"

Fonte: Pequena adaptação de Roberto Aguiar do texto, “ Avatar e a Vindoura Religião Única”, de Joe Schimmel. Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite. www.chamada.com.br

Nota:
http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/joe_schimmel.jpg
(1)Joe Schimmel é um apologista da fé cristã e preside o ministério “Bom Combate”. Ele também é pastor sênior da Blessed Hope Chapel em Simi Valley Califórnia.
www.goodfight.org

Publicado aqui por Éber Stevão

sábado, 20 de fevereiro de 2010

RELIGIÃO UMA BANDEIRA DO INFERNO

Esse é o tema do interessante livro do Glênio Fonseca Paranaguá, que apesar do sobrenome não é do Estado do Paraná, mas nasceu no Piauí. É um revolucionário pastor Batista que prega ostensivamente contra o 'evangelho judaizante' que muitas cmunidades/igrejas 'adoram' pregar, impondo aos seus fiéis a observância de parte das ordenanças do Velho testamento. Em se fazendo isso, inutilizam completamente o segundo e o terceiro capítulo da carta de Paulo aos 'insensatos' Gálatas.

Apesar da forma dele escrever muitas vezes não ser explícita a respeito de quem ou a que grupo ele se refere, mas por conhecimento geral do universo religioso, é possível entender que sua fala se refere às 'seitas' ditas evangélicas.

Ele escreve assim em seu livro:
"Nós usamos as pessoas e dizemos que as amamos e, comumente, só damos valor àquelas que, de algum modo, nos podem beneficiar. Este é um padrão normal nas relações do mercado e uma postura habitual em qualquer movimento religioso. Os tipos espertos e ligeiros merecem toda a consideração e o ativismo é considerado como virtude no estilo sagrado da religiosidade muito atarefada.
A religião mais apreciada é aquela que conserva os seus adeptos bem ocupados com as tarefas mais envolventes possíveis. Quanto mais entretido com atividades extenuantes, quanto mais entulhado de cargos e funções, mais os partidários dos sistemas religiosos são admirados pelos gerentes das crenças cativantes. O repouso espiritual é considerado um defeito enorme, e o descanso sabático é visto com ressalvas e admitido apenas como uma folga depois de uma grande labuta.
O descanso semanal é uma recompensa pelas atividades executadas no período, e uma conquista pelo desempenho. Ele corresponde ao merecimento do esforço desprendido durante seis dias de agilidade, e fala do direito que o operário tem de folgar depois do trabalho cansativo. O ócio sabatino fica incorporado ao sistema produtivo que gratifica o obreiro após o cumprimento das tarefas.
O evangelho é a expressão de uma realidade recém-chegada de cima, e a fé cristã se apóia na novidade plena do reino de Deus. Segundo Jesus, não se põe remendo de pano novo em vestido velho, nem se deposita vinho novo em odres velhos. O evangelho da graça revoluciona todo conceito de avelhantada crença judaizante que, com sua estrutura rígida, perdera a capacidade de entusiasmar as pessoas de outras culturas.
A religião frequentemente faz com que as bênçãos pareçam ser consequência da obediência, mas o evangelho afirma que a obediência é um efeito da graça. Não há comércio no plano do evangelho de Jesus Cristo, e Deus não faz rolo com os homens, condicionando as suas bênçãos aos resultados positivos de pessoas fracassadas.
A chefia religiosa, em qualquer época, age sempre com o mesmo aspecto, já que o procedimento de ontem é igual ao processo de hoje. Vemos como a autoridade de quem determina fica patente no método das orações que ordenam e decretam diante do trono, como se Deus fosse apenas um office-boy a serviço dos oficiais comandantes, dos caudilhos e dos caciques da religiosidade dominante, tornando, assim, mais ridícula a concepção de um deus servilheta.
A vida no evangelho é uma expressão verdadeira e livre da graça em Cristo. No reino de Deus, nenhuma pessoa precisa camelar para merecer o reconhecimento, e também ninguém precisa trabalhar para ser promovido. Todo cristão autêntico sabe que já foi aprovado em Cristo, e que, por isso, não negocia sua aceitação por meio das obras. O descanso no primeiro dia da semana promove uma mudança de paradigma e estabelece que nesse reino o trabalho é uma consequência da operação maravilhosa da graça."

Gostaria de salientar o segundo parágrafo que se aplica muito bem às comunidades evangélicas, principalmente as iniciantes. Os seus líderes impõem um ritmo aos seus 'vassalos' (aí acrescentam eles 'subordinados em Cristo', para amenizar o agravo) tão alucinante que passa a ser uma doença, onde a mísera vítima só vai perceber depois de moribunda. Normalmente a revolta e raiva contra esses líderes aproveitadores (pois fazem com que suas ovelhas aumentem seus negócios religiosos lucrativos) vem logo a seguir e o abandono da convivência é efetivo.

O texto acima como um todo, faz parte de um dos capítulos do livro Religião Uma Bandeira do Inferno, cujo capítulo o autor discursa sobre o negócio da religião e o ócio do evangelho. Faz alusão aos exemplos de Marta e Maria, as duas irmãs de Betânia que receberam a Jesus em sua casa. O assunto é vasto e longo, mas vale a pena meditar nesses poucos parágrafos.


É isso aí.

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

PR. CARTER CONLON - ESCUTE!

LIBERTANDO-SE DOS MESQUINHOS DA FÉ!

“Depois, passados quatorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito. E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão. Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se; e isto por causa dos falsos irmãos que se tinham entremetido, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão; aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram; antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão.” (Gálatas 2:1-7)

Uma coisa tenho a dizer claramente, não suporto mais as comunidades evangélicas e a grande maioria das igrejas cristãs. Estou literalmente cansado dessa crentaiada que anda por aí confundindo fé com mandinga evangélica (como se houvesse tal coisa). Sem falar nos pastores insuportáveis, mesquinhos, arrogantes, controladores, robotizadores e robotizantes, pregadores de legalismo, de ‘esquemas’ espirituais (nenhum bíblico porque nem mesmo existem) para as ovelhas de Cristo alcançarem a graça (imerecida) desse mesmo Jesus que parecem pregar, coisas pelas quais eles, até mesmo, ‘morreriam’ para defender, mas não pela liberdade que fomos chamados em Cristo Jesus.

São heresias das mais variadas que se possa imaginar: ensinam eles que se você for para uma praça pública distribuir folhetos com mensagem cristãs, se sacrificar um pouco da sua vida, se for batizado, se contribuir com o seu dinheiro, de der o dízimo do seu salário (pura lei Mosaica aos judeus), se frequentar inúmeros cultos e todas as reuniões, então esses esforços irão fazer com que Deus sorria para você (e ainda citam erroneamente a bíblia – ‘Pois a alegria do Senhor é a nossa força’), e então, só então, você passará a fazer parte do seleto rol de “crentes” dos quais eles já fazem parte há muito. Quanta bobagem!

Esses mesmos que se cognominam “homens de Deus”, são pastores daninhos que preferem agradar a homens. Outrora leram as palavras de Paulo, mas nunca lhes caíram ao coração: “Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.” (Gálatas 1:9-10)

Sei que existem, mas não sei onde se encontram os profetas de Deus para delatarem essas heresias que tem afluído nas igrejas, aos homens e mulheres tementes ao Senhor Jesus. Quero me juntar a eles e não irei deixar de denunciar aqui no blog toda essa falsidade cristã.

É impressionante reparar no texto de Gálatas citado acima que o apóstolo Paulo teve que ‘expor o evangelho’ que pregava aos líderes da cristandade. Em outras palavras, teve que pregar o evangelho da graça para eles.

Esse texto abaixo, escrito por Eugene H. Peterson é muito interessante e me agrada:
“Há pessoas que não querem nossa liberdade. Elas não querem que sejamos livres diante de Deus, aceitos como somos pela sua graça. Elas não querem nossa liberdade para expressar a nossa fé de modo original e criativo no mundo. Elas querem controlar-nos; querem usar-nos para seus propósitos. Elas se recusam a vier árdua e abertamente na fé, mas se juntam a alguns outros e tentam obter um senso de aprovação, insistindo que todos se pareçam, falem e ajam do mesmo modo, validando assim seu mérito mútuo. Esses indivíduos tentam aumentar em número apenas sob a condição de que os novos membros ajam, falem e se comportem como eles. Os tais se infiltram nas comunidades de fé para ‘espreitar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus’ e com freqüência encontram meios de controlar, restringir e reduzir a vida dos cristãos livres. Sem perceber, ficamos ansiosos sobre o que os outros dirão a nosso respeito, obsessivamente preocupados com o que os outros acham que devemos fazer. Não vivemos mais as boas-novas, mas tentamos ansiosamente memorizar e recitar o roteiro que alguém nos designou. Numa circunstância dessas podemos nos sentir seguros, mas não seremos livres. Podemos sobreviver como uma comunidade religiosa, mas não experimentaremos o que significa ser humanos, vivendo em fé e amor, expansivos em nossa esperança. O comportamento conformado e autocongratulatório não é livre. Mas Paulo diz: ‘nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho, permanecesse entre vós’. Cada indivíduo livre, que se beneficia da coragem de Paulo, irá continuar vigilante no movimento de resistência formado por ele. (Traveling light, p. 67)

Nesse movimento de resistência aos mesquinhos da fé, quero me unir a Mike Yaconelli que escreve assim:
“As pessoas mesquinhas são feias. Elas perderam a sua visão. Desviaram os olhos daquilo que importa e se concentraram, em lugar disso, naquilo que não importa. O resultado é que o resto de nós fica imobilizado com sua obsessão. Está na hora da igreja livrar-se da mesquinharia. Está na hora da igreja recusar-se a ser uma vítima dos mesquinhos. Está na hora da igreja deixar de pretender que a mesquinharia não tem importância... A mesquinharia tornou-se uma doença séria na Igreja de Jesus Cristo – uma doença que continua a resultar em casos terminais de discórdia, divisão e destruição. As pessoas mesquinhas são perigosas porque parecem ser apenas um aborrecimento em lugar do que realmente são – um risco à saúde.” (The Wittenburg Door, 1984/Jan. 1985)

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

domingo, 7 de fevereiro de 2010

SILAS MALAFAIA E MORRIS CERULLO, QUE VERGONHA PARA O EVANGELHO DE CRISTO!

Somando tudo, morei vários anos nos Estados Unidos da América do Norte (EUA) e assistindo o vídeo da tal "palavra profética" do Morris Cerullo dos R$ 900,00, pedindo para o povo contribuir, a fim de receber a unção da prosperidade dos "últimos dias", não há nada de diferente da mensagem pregada pelo criador desse evangelho mentiroso da prosperidade, a saber, Kenneth Hagin, e pelos seus "filhotes". Já denunciei esses falsários, encapetados, diabólicos, "farsantes" de Cristo aqui no blog em outra mensagem. Entre eles figuram Kenneth Copeland, Benny Hinn, Joel Osteen, Joyce Meyer, entre tantos outros. Aqui no Brasil as igrejas que começaram bem, mas acabaram copiando essa mentira diabólica foram Universal do Reino de Deus, RR Soares, Mundial de Deus, Sara Nossa Terra, ABBA, etc.

Morei em Dallas - Texas, e lá é um reduto formador de pessoas desse tipo, dúbios da fé e mentirosos da Palavra de Deus. Obviamente, muitos homens tementes a Deus também surgiram através do "famoso" seminário teológico de Dallas.


Assista aqui o vídeo:


Sem medo de errar e com temor do Senhor no meu coração, quero AFIRMAR e PROFETIZAR que essa profecia veio diretamente do fundo do inferno, cujo "deus" se refere ao Morris Cerullo como "meu filho" é o próprio Mamom, ou Satanás, ou diabo, ou capeta, ou deus das trevas, ou deus do inferno, ou pai da mentira. É só escolher o melhor que lhe apraz, pois são todos o mesmo. Esse vídeo é uma mistura de Nova Era, numerologia, xamanismo, paganismo, diabolismo, e outros "ismos" ligados ao inferno.

A verdade é que ficou muito ruim (ruim mesmo) para o Malafaia aparecer se associando com o Morris Cerullo, um charlatão da fé e que de homem de Deus ele não tem nada. De profeta menos ainda. Para qualquer pessoa que já morou nos EUA sabe como são esses "pastores" salafrários! Talvez o Malafaia não saiba porque nunca morou lá e portanto, achou interessante esse negócio da "unção da prosperidade", apresentando-o em seu programa da televisão.

Achei simplesmente enganadora a referência que o Malafaia faz com o texto bíblico de II Crônicas 20:20c na qual: “Crede no Senhor, vosso Deus e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.”, referendando a palavra profética do Morris Cerullo. O contexto não é de prosperar financeiramente e sim de progredir nos caminhos do Senhor. Prosperar nos caminhos do Senhor é conhecê-Lo cada dia mais, amá-Lo cada dia mais, acima de tudo, é tê-Lo como nosso bem maior, nossa riqueza, nosso tesouro, e também compreender que não somos desse mundo e nada daqui nos pertence.

Peço encarecidamente que todos leiam o capítulo 20 de II Crônicas para entenderem exatamente do que se trata o que foi dito por Jeosafá e que contexto era aquele. Deixem que o Espírito Santo de Deus revele sua Palavra e não homens falhos cheios de ganâncias.

Não se esqueça Malafaia, que a Bíblia também diz: maldito o homem que confia no homem." (Jeremias 17:5) Você usou um texto fora do contexto para ter um pretexto do seu espúrio interesse. PARE COM ISSO MALAFAIA, está usando a Palavra de Deus para seu bel prazer! Não brinque com algo tão sério. Este é o primeiro aviso! Como você mesmo disse Malafaia: "Qualquer pastor que promete riqueza a todo mundo é pilantra, um cara de pau safado; um pilantra, ludibriador de fé", suas próprias palavras, Malafaia.

Os escândalos devem vir mesmo, pois Jesus disse que viriam nesses tempos em que estamos vivendo, mas "ai" daquele por quem vierem. (Ver Lucas 17:1)

Fica aqui meu apelo: Silas Malafaia, compreende esse "ai"? Peça perdão primeiramente ao Senhor, depois à Igreja de Jesus Cristo. Todos erram e pecam, não há problemas. Mas a diferença está naqueles que se arrependem e pedem perdão. Satanás não quis pedir perdão e há vários exemplos bíblicos similares. Ainda é tempo Pr. Malafaia; arrependa-se de onde caiu e retome humildemente os caminhos do Senhor, pois Deus não deixará impune ninguém que escandalize seu nome, muito menos você.

É isso aí. Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

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