segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

NOVAS HERESIAS DA UNIVERSAL; É DE ACABAR MESMO! Ô POVINHO LAZARENTO ESSE!

Essas são as novas heresias que a Igreja Universal do Reino de Deus está divulgando na sua rádio, esta semana. Seguem assim:

"Assim como Moisés estendeu o seu cajado para abrir o mar, venha obter a sua vitória na vigília do Abre Caminhos. Venha receber a unção do cajado, para você conseguir sua casa própria, o sucesso na sua empresa, a sua independência financeira. Venha estender o seu cajado." Palavras deles mesmos.

"Meu amigo, minha amiga, traga o seu relógio de pulso e os 318 pastores vão quebrar a maldição do atraso na sua vida financeira, na noite da vigília do Abre Caminhos, porque nós vamos revelar onde está essa maldição. Mas é preciso que você meu amigo, minha amiga, traga um relógio de pulso ou seu celular, porque ali também tem um relógio." Palavras deles mesmos.

Curiosamente, para eles, todo mundo é 'meu amigo', 'minha amiga'. Ainda bem que não usam "Ô copanheiro" do Lula. Um pouco mais e vamos acabar ouvindo nas igrejas Universal: "Ihih, vossuncê, mizim fio, saravá meu amigo, minha amiga, lá na encruza prô descarrego."


O bom desses pastores, o "seleto grupo dos 318", é que eles "revelam" onde está a maldição! É poder saindo por todos os lados; pelos pés, pelas canelas, pelas guampas...

Agora, só falta a noite da vigília do ABRA CADABRA para liberar as bênçãos de Deus!!!

Esse é o Evangelho de Jesus Cristo que devemos pregar? Isso é ensinar a crer na Palavra de Deus e trazer a revelação do Espírito Santo sobre ela?

É, esses hereges acham que Deus é um servilheta miserável que obedece a todo embrulho e mandinga que fazem ou prometem em nome de Jesus Cristo. Aliciam pessoas que são símplices na fé para seu vínculo religioso, para aumentar seus ganhos, através de promessas em nome de Deus. Dizem eles "Porque nós vamos decretar!" e com isso levam muitos a tropeçarem.

E a Graça de Deus que nos é dada gatuitamente, através do sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo, que rompe as barreiras pelo poder da ressureição do Filho de Deus? Onde fica? Ahh, essa aí não tem graça nenhuma, e tampouco traz dinheiro para nossos gazofilácios.

Deus está pouco se importando, nem mesmo leva em consideração, se alguém, seja quem for (pastor, apóstolo, anjo, arcanho, querubim, serafim ou o próprio satanás), decretar algo que não seja o que Ele mesmo decretou fazer desde o princípio dos tempos. Os decretos são de Deus somente, para Ele, por Ele, para glória dEle, devido ao seu domínio ser sempiterno. Aleluia, glória a ti ó Deus eterno, pois todos os homens são nada diante de ti e seus planos são todos vaidade!

Para mim, esses que gostam dessas "bruxarias evangélicas", desses "descarregos com sal grosso cristão", dessas "umbandas ungidas", e sei lá mais o que irão inventar, definitivamente se juntaram com os encantadores do Egito (Êxodo 7:6), com Janes e Jambres (II Timóteo 3:8), Balaão (Números 22), Elimas (Atos 13:8). São todos farinha do mesmo saco, vindos da mesma cratera abismal que exala enxofre.

Mas o saco mesmo é aguentar esses falsos profetas se passando por evangélicos. É impossível, alguém precisa gritar e falar que esses tais não são evangélicos nem aqui nem na China. Talvez no inferno. São uns picaretas da fé, mercadejadores do dom do Evangelho de Cristo, pelo qual terão que dar contas a Deus. Ai deles! Saia, fuja da Babilônia, corra desses loucos!

É de acabar!!!

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão


domingo, 21 de fevereiro de 2010

AVATAR E A VINDOURA RELIGIÃO ÚNICA

Você que crê em Jesus Cristo e na Sua Palavra que não falha, assistiu o filme Avatar? Pois é, eu fui assistí-lo com minha esposa e confesso que ficamos incomodados em nosso espírito. Realmente não há mescla entre luz e trevas! Uma imagem que me ficou gravada é a grande árvore do filme (árvore da vida - do bem e do mal) que mais tarde é derrubada.

Encontrei o comentário do pastor Joe Schimmel(1) acerca do filme Avatar e entendi espiritualmente que seria muito bom colocar aqui para alertar os(as) verdadeiros(as) servos(as) do Senhor Jesus, nesses últimos dias. Ele segue abaixo:

"Avatar é um termo da religião hindu e significa uma manifestação corporal de um ser imortal. Deriva do sânscrito, antigo dialeto hindu, Avatara que significa “descida”, normalmente denotando uma encarnação de Vishnu, deus hindu, (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade. Por extensão, muitos não-hindus usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.
O filme Avatar, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.
Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.
Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/james-cameron-1.jpg James Cameron diretor de Avatar

O que poucos conhecem é o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado “The Lost Tomb of Jesus” [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos [filosofia de fé em ascensão nos dias de hoje]

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/jesus1.jpg

Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra[Gaya]; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/al-gore.jpg Al Gore o crente-guru da nova era

Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós. [Al Gore um evangélico batista diz]:
“Essa perspectiva religiosa pan(Pan: palavra de origem grega que significa “tudo, todas as coisas) poderá mostrar-se especialmente importante no que se refere à nossa responsabilidade pela terra como civilização global. (…) As religiões dos nativos americanos, por exemplo, oferecem um rico conjunto de idéias sobre nosso relacionamento com a terra. (…) Todas as coisas estão interligadas como o sangue que nos une a todos”. (Fonte: Al Gore, Earth in the Balance – Ecology and the Human Spirit [A Terra em Equilíbrio – A Ecologia e o Espírito Humano], 1992, p. 258-259).

http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/earth_balance.jpg

Buscando uma síntese da Nova Era que combine várias tradições do ocultismo, Gore cita e favorece o ensinamento hinduísta, dizendo: “A Terra é nossa mãe, e nós todos somos seus filhos”.( Ibid. pag. 161). Incrivelmente, mais adiante Gore afirma que deveríamos buscar novas revelações a partir dessa adoração da deusa do passado e culpa o cristianismo pela quase total eliminação da mesma:
“O sentido espiritual de nosso lugar na natureza… pode ser traçado de volta às origens da civilização humana. Um crescente número de antropólogos e de arqueomitólogos… argumenta que a ideologia da crença prevalecente na Europa pré-histórica e em grande parte do mundo estava baseada na adoração de uma única deusa da terra, que se supunha ser a fonte de toda a vida e irradiadora de harmonia em meio a todas as coisas viventes. (…) O último vestígio de culto organizado à deusa foi eliminado pelo cristianismo. (…) Parece óbvio que um melhor entendimento de uma herança religiosa que precede a nossa própria por tantos milhares de anos poderia nos oferecer novas revelações”.(Ibid. pag. 260).
Não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à terra sob a máscara de sua imaginária deusa-mãe terra; É também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore [ex-vice-presidente dos EUA].
Gore prossegue declarando que precisamos encontrar uma nova religião baseada na natureza e cita Teilhard de Chardin, o teólogo da Nova Era, em apoio à “nova fé” do futuro:
“Esse ponto foi sustentado pelo teólogo católico Teilhard de Chardin, quando ele disse: “O destino da humanidade, assim como o da religião, depende do surgimento de uma nova fé no futuro”. Munidos de tal fé, poderemos achar possível ressantificar a terra”.(Ibid. pag. 263).
Com os diretores de vanguarda de Hollywood e as figuras políticas de Washington na liderança, os EUA [e o Ocidente] estão rapidamente voltando ao paganismo que envolveu o mundo em trevas espirituais durante milênios. Que Deus nos ajude a prestar mais atenção à admoestação do apóstolo Paulo, encontrada nas Sagradas Escrituras. Ele nos ensinou que a adoração à natureza nos tempos da Antigüidade era resultado do afastamento da adoração ao único e verdadeiro Deus que, para começar, foi quem criou a natureza:
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém” (Rm 1.21-25)"

Fonte: Pequena adaptação de Roberto Aguiar do texto, “ Avatar e a Vindoura Religião Única”, de Joe Schimmel. Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite. www.chamada.com.br

Nota:
http://discernimentocristao.files.wordpress.com/2010/02/joe_schimmel.jpg
(1)Joe Schimmel é um apologista da fé cristã e preside o ministério “Bom Combate”. Ele também é pastor sênior da Blessed Hope Chapel em Simi Valley Califórnia.
www.goodfight.org

Publicado aqui por Éber Stevão

sábado, 20 de fevereiro de 2010

RELIGIÃO UMA BANDEIRA DO INFERNO

Esse é o tema do interessante livro do Glênio Fonseca Paranaguá, que apesar do sobrenome não é do Estado do Paraná, mas nasceu no Piauí. É um revolucionário pastor Batista que prega ostensivamente contra o 'evangelho judaizante' que muitas cmunidades/igrejas 'adoram' pregar, impondo aos seus fiéis a observância de parte das ordenanças do Velho testamento. Em se fazendo isso, inutilizam completamente o segundo e o terceiro capítulo da carta de Paulo aos 'insensatos' Gálatas.

Apesar da forma dele escrever muitas vezes não ser explícita a respeito de quem ou a que grupo ele se refere, mas por conhecimento geral do universo religioso, é possível entender que sua fala se refere às 'seitas' ditas evangélicas.

Ele escreve assim em seu livro:
"Nós usamos as pessoas e dizemos que as amamos e, comumente, só damos valor àquelas que, de algum modo, nos podem beneficiar. Este é um padrão normal nas relações do mercado e uma postura habitual em qualquer movimento religioso. Os tipos espertos e ligeiros merecem toda a consideração e o ativismo é considerado como virtude no estilo sagrado da religiosidade muito atarefada.
A religião mais apreciada é aquela que conserva os seus adeptos bem ocupados com as tarefas mais envolventes possíveis. Quanto mais entretido com atividades extenuantes, quanto mais entulhado de cargos e funções, mais os partidários dos sistemas religiosos são admirados pelos gerentes das crenças cativantes. O repouso espiritual é considerado um defeito enorme, e o descanso sabático é visto com ressalvas e admitido apenas como uma folga depois de uma grande labuta.
O descanso semanal é uma recompensa pelas atividades executadas no período, e uma conquista pelo desempenho. Ele corresponde ao merecimento do esforço desprendido durante seis dias de agilidade, e fala do direito que o operário tem de folgar depois do trabalho cansativo. O ócio sabatino fica incorporado ao sistema produtivo que gratifica o obreiro após o cumprimento das tarefas.
O evangelho é a expressão de uma realidade recém-chegada de cima, e a fé cristã se apóia na novidade plena do reino de Deus. Segundo Jesus, não se põe remendo de pano novo em vestido velho, nem se deposita vinho novo em odres velhos. O evangelho da graça revoluciona todo conceito de avelhantada crença judaizante que, com sua estrutura rígida, perdera a capacidade de entusiasmar as pessoas de outras culturas.
A religião frequentemente faz com que as bênçãos pareçam ser consequência da obediência, mas o evangelho afirma que a obediência é um efeito da graça. Não há comércio no plano do evangelho de Jesus Cristo, e Deus não faz rolo com os homens, condicionando as suas bênçãos aos resultados positivos de pessoas fracassadas.
A chefia religiosa, em qualquer época, age sempre com o mesmo aspecto, já que o procedimento de ontem é igual ao processo de hoje. Vemos como a autoridade de quem determina fica patente no método das orações que ordenam e decretam diante do trono, como se Deus fosse apenas um office-boy a serviço dos oficiais comandantes, dos caudilhos e dos caciques da religiosidade dominante, tornando, assim, mais ridícula a concepção de um deus servilheta.
A vida no evangelho é uma expressão verdadeira e livre da graça em Cristo. No reino de Deus, nenhuma pessoa precisa camelar para merecer o reconhecimento, e também ninguém precisa trabalhar para ser promovido. Todo cristão autêntico sabe que já foi aprovado em Cristo, e que, por isso, não negocia sua aceitação por meio das obras. O descanso no primeiro dia da semana promove uma mudança de paradigma e estabelece que nesse reino o trabalho é uma consequência da operação maravilhosa da graça."

Gostaria de salientar o segundo parágrafo que se aplica muito bem às comunidades evangélicas, principalmente as iniciantes. Os seus líderes impõem um ritmo aos seus 'vassalos' (aí acrescentam eles 'subordinados em Cristo', para amenizar o agravo) tão alucinante que passa a ser uma doença, onde a mísera vítima só vai perceber depois de moribunda. Normalmente a revolta e raiva contra esses líderes aproveitadores (pois fazem com que suas ovelhas aumentem seus negócios religiosos lucrativos) vem logo a seguir e o abandono da convivência é efetivo.

O texto acima como um todo, faz parte de um dos capítulos do livro Religião Uma Bandeira do Inferno, cujo capítulo o autor discursa sobre o negócio da religião e o ócio do evangelho. Faz alusão aos exemplos de Marta e Maria, as duas irmãs de Betânia que receberam a Jesus em sua casa. O assunto é vasto e longo, mas vale a pena meditar nesses poucos parágrafos.


É isso aí.

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

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