domingo, 9 de agosto de 2009

AS NOVIDADES VISTAS NAS IGREJAS, DE ONDE ELAS VÊM?

Deus tem me levado nos últimos 25 anos a observar de forma criteriosa, os movimentos que acontecem dentro das igrejas evangélicas. Durante os anos em que participei ativamente do movimento jovem cristão, tocando bateria, pregando em praça pública, servindo em retiros,etc. o Senhor me fez ver muitos modismos para-eclesiásticos que culminaram em morte espiritual de várias pessoas, e porque não dizer das próprias igrejas. Entre essas aberrações heréticas estavam os Meninos de Deus, Restauração do Tabernáculo de Davi, Anjos, Unção do Riso, entre tantos outros. Talvez esse chamado de Deus para ser um atalaia tenha sido fruto de uma oração minha feita na adolescência ou simplesmente porque Ele quer que eu as veja para alertar as suas ovelhas acerca desses acontecimentos.

Toda a heresia emergente nas igrejas evangélicas se embasam (ou se justificaram) no Antigo Testamento, misturada a uma boa porção de gnosticismo, o que dá um tom de curiosidade para a massa. Como satanás é ardiloso e conhece a Palavra, ele incita os criadores de doutrinas falsas, verdadeiros demônios ávidos por levar cativas vidas ao senhorio do diabo, normalmente, mas não somente, pastores (desculpe, agora são bispos, apóstolos... mais uns dias e teremos querubins e serafins) de comunidades, dissiminando suas mentiras diabólicas no meio do povo de Deus.

Tudo do Velho Testamento foi descartado para um melhor e perfeito NOVO PACTO; o Novo Testamento, que é Jesus Cristo. Por que as heresias não surgem das palavras de Jesus Cristo? Porque o Novo Testamento não dá margem para esses engodos! Só isso, simples assim.

São tempos do FIM mesmo. Realmente, se Jesus Cristo não voltar em breve, não sei se sobrará muita coisa. Por isso Jesus disse aquelas palavras: "...porventura achará fé na terra?" (Lucas 18:8). Maranata, ora vem Senhor Jesus Cristo.

Fique firme, vai ser difícil, vai doer um pouco mais, mas logo tudo acabará. Ficou aí o alerta do atalaia.

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

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