sábado, 20 de dezembro de 2014

AFINAL, ONDE É ESSA TAL DE PALESTINA? QUEM SÃO ESSES PALESTINOS, POVO QUE SÓ QUER CONFUSÃO?


Na verdade, a Palestina, se é que existe essa região, é nada mais do que um mito, noticiado como sendo uma área específica que tem um povo local que ali vive e se chama Palestino, pela imprensa mundial que é totalmente contra Israel.

Agora, em pleno 2014 o governo Palestino faz pressão sobre a ONU para que seja criado um Estado Palestino, empurrado prontamente por mais um "mulçumano", o presidente Barack Hussein Obama (novo nome de Barry Soetoro) que calha de ser o presidente dos EUA. 

Leiam o texto abaixo do jornalista ÁRABE-AMERICANO chamado Joseph Farah. Ele passou algum tempo no Oriente Médio pesquisando rochas e sepulturas, e em 2000 ele escreveu o texto abaixo:

         A luta dos palestinos contra os israelitas está embasada em falsas desculpas, com o objetivo de promover confusão e apropriação indébita. É muito estranho que até 1967, na guerra dos árabes contra os israelitas, não houvesse existido qualquer movimentação no sentido de reclamar uma terra natal dos palestinos...

         Vocês diriam que essa luta é por causa da ocupação israelita do "West Bank" e da Antiga Jerusalém. É verdade. Na Guerra dos Seis Dias, Israel capturou a Jordânia, a Judéia e a Jerusalém Oriental. Contudo, eles não capturaram esses territórios de Yasser Arafat. Eles o capturaram do Rei Hussein da Jordânia. Não posso deixar de me admirar como, de repente, esses "palestinos" descobriram sua identidade nacional, logo depois que Israel ganhou a Guerra do Seis Dias!

         A verdade é que a Palestina nada mais é do que "A Terra Que Nunca Existiu". O termo "Palestina" foi usado a primeira vez no Ano 70 d.C., quando os romanos cometeram genocídio contra os judeus, destruindo a cidade e  o templo,  e dizendo que a Terra de Israel deixaria de existir.  A partir daí os romanos garantiram que essa terra iria se chamar "Palestina". Esse termo deriva de "Filisteus", o povo de Golias conquistado pelos judeus, séculos antes.  Foi essa a maneira romana de juntar o insulto à injúria. Os romanos ainda tentaram mudar o nome de Jerusalém para "Aelia Capitolina", só que esse nome jamais colou.

A Palestina jamais existiu - antes, nem depois - como uma entidade autônoma. Ela foi governada alternadamente por Roma, pelo Islã e os cruzados, pelo Império Otomano e, durante um curto espaço de tempo, após a I Guerra Mundial, pela Grã Bretanha, quando os britânicos concordaram em restaurar parte da terra para ser a futura terra natal dos judeus.
         
        Não existe uma língua chamada "Palestino". [Do you speak Palestinian?] Não existe uma distinta cultura palestina. Jamais existiu uma terra chamada Palestina, governada por palestinos. Os palestinos são árabes indistintos da Jordânia, da Síria, do Iraque, etc. Precisamos ter em mente que os árabes controlam 99,9% de todo o território no Oriente Médio. Israel representa menos de 1% desse território e, mesmo assim, os árabes ainda acham que é demais.  [Se existe algum povo usurpador dos direitos territoriais, não são os israelitas, mas os chamados "palestinos"!] Por esse motivo é que existe essa guerra em Israel. A causa da mesma se resume na ambição, no orgulho, na inveja e na avareza dos árabes. Não importa quantas concessões de terra Israel possa fazer, os árabes jamais irão se dar por satisfeitos. Eles jamais se contentarão com menos de 100%.

         E quanto aos locais sagrados do Islã? Não existe nenhum deles em Jerusalém. Vocês podem ficar chocados com essa verdade brutal, visto como jamais a haviam escutado antes, de pessoa alguma ou da mídia internacional.

Simplesmente porque este não é um assunto politicamente correto!

Aí vocês vão dizer: "A mesquita Al Aqsa e o Domo da Rocha em Jerusalém representam o 3o. local mais sagrado do Islamismo". Isso não é verdade!

De fato o Corão nada fala sobre Jerusalém. Ele menciona Meca centenas de vezes e também Medina, inúmeras  vezes. Porém jamais cita Jerusalém. E com justa razão. Não existe qualquer evidência histórica de que Maomé tenha visitado Jerusalém. Então, como Jerusalém poderia ser o 3o. local mais sagrado do Islã? Os muçulmanos costumam citar uma vaga passagem do Corão - a Sura 17 - intitulada "Viagem Noturna". Ela diz que "em sonho ou visão, Maomé foi transportado à noite do templo sagrado para outro, em local muito remoto, cuja área temos abençoado e do qual deveríamos mostrar-lhe nossos sinais...". Somente no século 17 é que os muçulmanos identificaram os dois templos mencionados nesse verso do Corão como sendo Meca e Jerusalém. Esse é o maior elo de conexão entre os Islã e Jerusalém, o qual não passa de pura fantasia aliada ao desejo de posse. Entrementes, os judeus podem traçar as suas raízes em Jerusalém, desde o tempo de Abraão. (O último "round" de violência em Israel irrompeu, quando  o Partido Likud do Primeiro Ministro Ariel Sharon tentou visitar no Monte do Templo os alicerces do Templo construído por Salomão. Esse é o local mais sagrado para os judeus. Sharon e sua comitiva foram recebidos com pedradas e ameaças. Sei muito bem como isso aconteceu, pois lá me encontrava no momento. Imaginem o que significa para os judeus serem ameaçados, apedrejados e expulsos do local mais sagrado do Judaísmo!!!

Então, qual seria a solução para o problema do Oriente Médio?  Não creio que possa haver uma solução humana para tanta violência. Contudo, se pudesse haver, teria de começar pela exposição da VERDADE! Suposições só geram um caos maior. Tratar 5.000 anos de direito de nascimento, com extraordinárias evidências históricas e arqueológicas, em pé e igualdade com os desejos e exigências dos árabes, pode levar a diplomacia e os mantenedores da paz a merecer um termo nada publicável.

Artigo de Joseph Farah 
Traduzido por Mary Schultze

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