domingo, 2 de novembro de 2014

PÓS-ELEIÇÃO

Hoje dia 27/10 andei hoje bem cedo nas ruas do centro de Curitiba, tudo ainda fechado, alguns perambulantes de cabeça baixa, pipoqueiros arrumando seus carrinhos e conversando das eleições. Passei em frente ao Citibank e um jardineiro, que ajoelhado limpava a grama, dizia a um olhante em pé: "Quem assistiu o debate na sexta não poderia ter votado na Dilma..." passei e acelerei o passo, quem sabe para não me entristecer ainda mais... 

Várias imagens, inúmeros sentimentos voavam pela minha mente nesta manhã. Tinha um milhão de palavras para dizer ao povo brasileiro, aos amigos, aos iludidos triunfantes petistas que ganharam uma eleição suja, nojenta, baseada na ameça, no engano, enfim, mergulhada no enxofre do inferno... Mas Deus tudo vê e nada passa em branco aos seus olhos. Estultos! Seus risos e brados de vitória se converterão em morte eterna e até mesmo a tristeza meneará a cabeça para eles em desaprovação. Passou de lampejo na minha mente o texto "Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme." Pv. 29:2

A classe política fez com que todo o povo brasileiro acreditasse que a urna eletrônica é um método seguro e democrático de eleição governamental. A fala do Lula dizendo "eles não sabem o que nós (PT) somos capazes de fazer para 'de forma democrática' (acrescentado de forma rápida e tímida para não levantar a lebre - e as urnas são democráticas!!!!) eleger a Dilma" ficou clara. Se um hacker já entrou nos computadores da NASA e do Pentágono Norte-Americano, vou eu acreditar que esse método é seguro para uma eleição??? Só se eu for muito imbecil. Ou melhor, só se eu for muito brasileiro que engole tudo quietinho, caladamente, se achando viver no país mais avançado tecnologicamente do mundo por ter urna eletrônica! O resto do mundo não tem, só o Brasil!!! Idiotas que somos!!! Nem o Paraguai aprovou as urnas eletrônicas.

Segundo essa cambada de vagabundos do PT e corja como Dilma, Lula, etc., o Brasil está em franco crescimento. Pois bem, saiba você que o desempenho do Brasil de 1985 a 2010 foi de 1,3% ao passo que na Colômbia foi de 1,6%, Peru, 1,8%, Argentina (totalmente falida) de 1,9%, Espanha, 2,1%, Portugal, 2,4%, Chile, 4,2%, Índia, 4,4%, Coreia do Sul, (5,4%), China, 8,5%. Desses lugares só não estive na China, e vou lhe dizer uma coisa, não sei do que tanto o brasileiro tem para viver dar risada, pois estamos atrás de todos eles! 

Certamente o Lula virá para mais 8 anos e a máquina, que já é deles, manterá o PT no poder até que uma revolução popular aconteça. E se isso remotamente ocorrer (natureza do brasileira é de inércia total), eles já estarão preparados para combater o próprio povo brasileiro com leis que mudaram a Constituição através do PNDH. Daí, foi-se ou seria foice?

O partido deles é o VERMELHO, assim como do ISIS/ISIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante), PRETO e não o verde e amarelo! Disso,o povo brasileiro ainda não se deu conta!!! Nosso hino nacional já diz tudo: povo "deitado eternamente em berço esplêndido", dormindo.

Encontrei um pouco do meu mesclado sentimento nas palavras do ator Ary Fontoura abaixo...

Não sei se existe vontade de chorar, existe sim uma profunda tristeza pelas crianças e jovens desta pobre nação!
  


Texto abaixo de autoria de Ary Fontoura

Mea culpa! Ao saber do apertado resultado da eleição e ouvir o discurso da Presidente, cercada do seu “staff passado, presente e futuro”, achei que o cenário preparado para esta explanação estava mal ajeitado. A claque, muito agitada e histérica, impedindo que os acordes finais da voz de Dilma pudessem ser ouvidos, aplaudindo freneticamente o Lula que lá estava feito papagaio de pirata, lambendo a cria e sonhando com a transposição do São Francisco, e viajando no Trem Bala que a comadre Dilma, depois que esteve na Disney, inventou. E lá estava ele, sem saber pra onde ia, o que fazia e o que sabia.

Dilma devia ter limpado o espaço e ficado sozinha no apelo que fez a outra metade da população que nela não votou, prometendo coibir a corrupção; prometendo fazer mudanças que a sociedade clama, para reformar a política. Enfim, tudo que já prometeu e não fez! Devia dizer que agora sua governança não estava mais designada ao partido, apenas para manter o Lula sempre presente, mas, sim, para governar como nunca fez!

Eu deveria ficar profundamente triste com a vitória da Dilma e a derrota do Aécio, meu candidato. Eu que nesta página apregoei mudanças, que achava que deveriam ser feitas. Fui vítima como a maioria dos brasileiros que pagam impostos. Fui vítima do prestigio involuntário que dei ao programa eleitoreiro do Bolsa Família, pagando religiosamente os impostos a mim atribuídos, ousando lhes dizer que podem consultar minhas declarações de imposto sobre a renda e constatar que tudo o que possuo está lá declarado; que tudo o que tenho é descontado de mim além da minha própria renda. E lhes faço uma pergunta: Será que o Presidente Lula, e muitos outros políticos, e muitos outros eleitores, podem fazer o mesmo? Vivemos no País do jeitinho, do levar vantagem em tudo. Mas eu posso! Tudo o que ganhei e ganho está lá declarado como fruto do meu trabalho. Pago quatro meses de impostos por ano pro Governo se apossar e fazer assistencialismo às minhas custas. Sou contra a perenização do Bolsa Família. Deveria ser emergencial, jamais permanente. Ele mata a fome e escraviza! Usa a ignorância do povo e o prende numa armadilha desonesta.

Por isso, nem eu nem os que pagam impostos neste país temos o direito de chorar a derrota do Aécio. Temos que chorar pela nossa inoperância, pelo descuido de sermos honestos; de patrocinar esta fissura petista de manter o poder por vinte ou mais anos; da manutenção deste mar de lama que dia a dia cresce mais; de manter os ignorantes como boi a caminho do corte.

Hoje não é um dia de luto, é um dia de reflexão. Até que ponto vale a pena ser honesto? Até que ponto vale a pena ser brasileiro, ter esperanças?


E, para finalizar, como nas novelas, nossas velhas companheiras, quero lhes dizer que emoções mais fortes ainda estão por acontecer no capítulo de amanhã. Uma delas será quando o povo, personagem principal do folhetim, descobrir que vive a jornada de um imbecil, até o entendimento.

É isso aí.

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