domingo, 5 de outubro de 2014

LEI SHARIA: "COMBATEI-OS [OS NÃO MULÇULMANOS] E ALAH OS PUNIRÁ ATRAVÉS DAS VOSSAS MÃOS, COBRI-OS DE VERGONHA." (ALCORÃO SURIA 9:14)

Para aqueles que não sabem o que é a Lei Sharia, que comentei no texto anterior, essa é a "religião de paz", conforme defendido pelo próprio presidente Norte-Americano Barack Obama (fala à ONU no dia 04 de outubro de 2014), chamada de Islamismo, que segue os princípios de Maomé na imposição do Islã aos nãos fiéis, através do Alcorão: "Combatei-os (os não mulçumanos) e Alah os punirá através das vossas mãos, cobri-os de vergonha." Suria 9:14


É exatamente isso que estamos vendo no Oriente Médio com a Jihad empreendida pelo grupo ISIS/ISIL. Morte a todos aqueles que não se submeterem ao Islã, que não pagarem a taxa de não muçulmano, com crucificação aos cristãos, para envergonhá-los. Ora, Maomé mandou no Alcorão, como não seguir? Até mesmo as crianças não escapam.

Figura 1. Na Lei Sharia nem mesmo as crianças escapam.


Os mulçumanos querem a implementação da Sharia (lei islâmica) onde quer que eles vivam e é dever de todos eles lutarem por isso. Sem dúvida é preocupante. Existe uma lei dos números do Islão: 1) Quando em minoria, eles dizem "nós somos da religião da paz"; 2) Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial; 3) Quando em maioria, eles exigem e impõem a Sharia. Não se engane, será assim aonde estiverem. 

A lei Sharia já está implementada no Brunei, inclusive cidadãos de Brunei não podem beber fora do país, e isso vale para todo mundo: “o consumo de álcool em público por cidadãos não-muçulmanos e/ou residentes permanentes durante o seu tempo no exterior será punível sob a jurisdição extraterritorial da Síria - Código Penal Ordem 2013”. Mas quem vai vigiar isso? Entra aí a ideia de que um cidadão vigia o outro (e o entrega para a polícia): “aqueles que cometerem tais crimes serão processados caso uma reclamação contra eles aconteça por parte dos cidadãos do país ou residentes permanentes, no tocante ao consumo de álcool em público, em países fora do Brunei.” (Boletim de Burnei). 

Em Gaza, o Hamas dá mais um passo em direção a Sharia, com a introdução do açoite: "O Hamas tem aplicado uma interpretação estrita da lei islâmica em Gaza desde que assumiu o poder violentamente lá em 2007." (Arutz Sheva). Na realidade, não existe uma interpretação que não rigorosa da lei islâmica (Sharia). A lei islâmica é notavelmente semelhante em caráter onde quer que tenha sido implementada.

Nos Estados Unidos do Norte, os muçulmanos de Dearborn (Michigan) pedem ao Conselho Municipal por polícia religiosa e restrições à liberdade de expressãoDurante a reunião do Conselho Municipal, foi pedido controle da literatura distribuída às crianças e patrulhamento das ruas e dos parques, ambos feitos seguindo padrões islâmicos. (Arab American News).

A Líbia declara a lei Sharia como absoulta. A Assembléia Nacional da Líbia declarou que a lei islâmica é a fonte da legislação na Líbia, e que todas as instituições do Estado precisam obedecer isso. Toda a estrutura legal, bancária, criminal irá obedecer à Sharia (dez/2013, RT).

Na Turquia, a manifestação em prol do retorno do Califado, os manifestantes portaram a bandeira branca do califado e a bandeira negra da Jihad. Entre os deveres do califa está obedecer a lei Sharia.

Na Síria, a Aliança Rebelde Islâmica não deseja restaurar a República Síria, mas a lei Sharia. Em comunicado conjunto, os vários grupos rebeldes associados à Irmandade Muçulmana e a Al-Qaeda, anunciaram o seu rompimento com o Exército Livre Sírio comandado pelo Brigadeiro-General Salim Idris. Estes grupos conclamam a todos os grupos se juntarem sob uma estrutura islâmica, fazendo da lei islâmica (Sharia) a única fonte de legislação (SISMEC).

Em 2009, aproximadamente 85 tribunais islâmicos baseados totalmente na lei Sharia operavam ilegalmente na Grã-Bretanha. Este número surpreendente é 17 vezes maior do que o número de tribunais islâmicos que se julgava estarem em operação. Os tribunais, trabalhando principalmente a partir de mesquitas, resolvem disputas financeiras e familiares de acordo com os princípios religiosos islâmicos sem qualquer preocupação com as leis locais do país.

O Islamismo é a maior religião da Malásia, com 60,4% da população praticando o islã. Esta também é a religião oficial do Estado. Todos os malaios na Malásia são reconhecidos oficialmente como muçulmanos (a constituição da Malásia força todos os malaios a deixarem de serem oficialmente reconhecidos como malaios caso eles se convertam a outra religião). Apesar do Islã ser a religião oficial do Estado, a constituição garante liberdade religiosa. Fonte Wikipedia

A Irmandade Muçulmana afirma que apenas bêbados, drogados e adúlteros rejeitam a lei Sharia (Raymond Ibrahim; Youm7). Ou seja, os cristãos, ao redor do mundo, que não se submetem de forma alguma a essa lei, só podem ser classificados como bêbados, drogados ou adúlteros!

Em julho de 2011, um grupo chamado Muslims Against Crusades (Muçulmanos Contra as Cruzadas) lançou uma campanha para tornar 12 cidades britânicas, incluindo o que eles chamam “Londonistão” (Londres), em Estados islâmicos independentes. Estes Estados, chamados de Emirados Islâmicos, funcionariam como enclaves autônomos governados pela lei islâmica Sharia, operando totalmente independentes da jurisprudência britânica.

Al-Ahram relatou em julho de 2010, que o primeiro-ministro e líder rebelde Mahmoud Jibril anunciou que se ganhar as eleições para a assembleia nacional da Líbia ele irá implementar uma aliança que não será liberal nem secular, mas que incluirá a lei Sharia nos seus valores mais fundamentais.

Foi o slogan do Primeiro Ministro da Turquia durante sua campanha: “O Alcorão é a nossa constituição, a Jihad é o nosso caminho e a morte pelo amor de Alá a nossa maior aspiração.”

Um clérigo egípcio em 2012 anunciou que a reintrodução da lei Sharia faria do Egito a "nação mais poderosa do mundo." (The Blaze) Isso foi dito antes da eleição da Irmandade Muçulmana assumir o poder. Na verdade, o governo da Irmandade Muçulmana levou o Egito a um buraco de tal tamanho que ele foi deposto tempo depois, sob a clamor do povo egípcio.

Egito, ainda durante a campanha presidencial, um candidato a presidente, e ex-funcionário do CAIR (Conselho de Relação entre EUA e Islão), um braço da Irmandade Muçulmana nos EUA, prometera, se eleito, "completaria a implementação da lei islâmica no Egito." (P J Media)

Em março de 2012, na Tunísia, mais de 4 mil pessoas fazem manifestação em frente a Assembleia Constituinte pedindo pela implantação da Sharia como a nova Constituição. Uma petição assinada por mais de 100 associações pediram pela lei Sharia como a norma legal da Tunísia. (Magreb Christians)

Na Grã-Bretanha um relatório mostrou a intensidade de apoio de muçulmanos britânicos à lei Sharia e milhares de muçulmanos britânicos apoiam o declarado grupo terrorista Al-Qaeda. Um total de 34 atentados terroristas foram prevenidos desde os atentados de 7 julho de 2005 e o recrutamento para a Jihad santa continua crescendo. (Express)

O ex-Guia Geral da Irmandade Muçulmana Mahdi 'Akef assim disse: "Para o inferno com quem não aceitar o domínio islâmico." Ver mais detalhes no link http://www.memritv.org/clip/en/3533.htm

Um Imã de Nova Jersey chamado Mohammad Qatanani, solicitou que a lei Sharia e as Leis de Blasfêmia fossem formalizadas nos EUA. Ele faz as ameaças usuais com o seguinte pronunciamento: "Nós, como americanos, temos que colocar limites sobre a liberdade de expressão.", Qatanani, líder do Centro Islâmico de Passaic County (ICPC). Ele explicou que os americanos "não têm direito a conversar com muçulmanos sobre questões sagradas", pois isso irá incitar "ódio ou a guerra entre as pessoas." (set/2012, The Blaze)

A Sociedade Islâmica da grande Kansas City promoveu uma petição para o governo requetando a implementação da lei Sharia e das leis de blasfêmia. Quando os críticos do Islã advertem sobre tentativas de impor a lei Sharia no Ocidente, eles são chamados de "racistas", de  "irracionais", "negociantes de ódio", e, é claro "islamofóbicos", como também assim chamado pela Dilma Rouseef aqueles que se opõem ao extermismo muçulmano. Então, o que acontece quando as organizações muçulmanas realmente apelam pela instituição da lei Sharia e das leis de blasfêmia no Ocidente? Serão estes muçulmanos "racistas" ou "fanáticos" por eles quererem impor a lei Sharia? (set/2012 www.change.org). A petição teve 250 assinaturas, mas o objetivo é claro e a pressão pela lei Sharia só irá aumentar com a ampliação da população islâmica nos EUA e ao redor do mundo.

Figura 2. Campanha do ISIS/ISIL no Oriente médio, decapitando minorias
étnicas, crucificando cristãos, empilhando corpos de "infiéis" e recrutando
crianças para lutarem a santa Jihad.


É isso aí.

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