quarta-feira, 23 de junho de 2010

UM PADRÃO PARA O CRENTE: SER FIEL!

Tenho observado o quanto as pessoas, mesmo aquelas que se posicionam como evangélicas (até mesmo pastores/líderes - estou abismado com a reportagem que foi feita na Veja falando de Silas Malafaia, que se desligou das Igrejas Assembléias de Deus, e agora está livre para construir seu império e ele confessou que pretende chegar a 1000 templos em 5 anos), se corrompem facilmente, são interesseiras, invejosas, maquiavélicas ("os fins justificam os meios"), se vendem rapidamente e não são fiéis a nada e a ninguém. Tenho ficado abismado com a postura de, até mesmo, amigos ou quem sabe pretensos amigos crentes que estão se amoldando a este mundo corrupto. Reluto em crer nas palavras da música funk que diz: "Tá dominado! Tá tudo dominado!" ou porque não "minado"!

Mas como a Palavra de Deus sempre nos conforta e nos orienta, gostoso foi poder meditar no texto-base de hoje: “Então disse Abrão: Senhor DEUS, que me hás de dar, pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliézer?” (Gênesis 15:2)

Abrão tinha um servo mais antigo na sua casa e este era o mordomo de todos os seus bens. Ele se chamava Eliézer e era originário da capital da Síria. Nem mesmo era hebreu; não fazia parte do povo de Deus, mas isso não importava.

Abraão o enviou para a pátria do seu avô, Naor, nas terras da Mesopotâmia, para encontrar uma esposa para Isaque, seu filho herdeiro. Muito antes de Isaque nascer, Eliézer sabia que ele seria o herdeiro à riqueza de Abraão. Obviamente que depois nasceu Isaque e isso tudo mudou. No entanto, Eliézer, sem quaisquer intenções malévolas, foi privilegiado por ver Deus trabalhando milagrosamente a favor do seu mestre. Ele entendeu que tinha sido abençoado por Deus, pois rapidamente encontrara uma esposa para o filho do seu patrão. Ele entendera que não precisaria enganar, adulterar, roubar, mudar a casaca, ficar em cima do muro ou manipular a situação, porque continuaria, mesmo depois da morte de Abrão, sendo o mordomo de Isaque. Eliézer preferiu ser fiel. Que postura nobre!

Fico pensando nas palavras do filho pródigo: “Quantos servos de meu pai tem pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome!” (Lucas 15:17) Algo a se pensar é que quando estamos a serviço de Deus, qualquer lugar é bom. Ele nos cuida, nos abençoa e nos posiciona, sem precisarmos rogar. Ele conhece nossas necessidades e sabe do que precisamos. Basta que sejamos fiéis como foi o mordomo Eliézer.

Seja você também um Eliézer de Deus! E de forma alguma, ao mais apressadinho, me refiro aqui ao "dízimo" (obra MORTA da Lei que subjuga a todo aquele que prefere viver na maldição do que na GRAÇA de Cristo Jesus), como talvez a grande maioria da corja de homens que se dizem pastores(-lobos)(enfaticamente a Igreja Universal) aproveitaria o argumento para "arrancar" dinheiro dos símplices, escalpelando o povo de Cristo.

Escrito e publicado aqui por Éber Stevão

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